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Entre Janeiro e Agosto de 2009, a despesa registada com o subsídio de desemprego, social de desemprego e apoios ao emprego atingiu 1,3 mil milhões de euros. Este valor representa um aumento de 27% face ao mesmo período do ano passado.
De acordo com os dados da Direcção-Geral do Orçamento, os gastos com o subsídio de desemprego, social de desemprego e apoios ao emprego atingiram 1,3 mil milhões de euros, representando 9,2% da despesa efectiva e 10% da despesa corrente realizada.
No segundo trimestre do ano, a taxa de desemprego em Portugal subiu para 9,1%, um valor que corresponde ao nível mais elevado desde 1987.
De acordo com os dados do INE, a população desempregada foi estimada em 507,7 mil indivíduos, verificando-se um acréscimo de 23,9%, face ao trimestre homólogo, e de 2,4% em relação ao trimestre anterior.
No total, a despesa efectiva atingiu, entre Janeiro e Agosto de 2009, 14,13 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 10,3% face ao período homólogo.
Neste período, aumentaram também as despesas com o abono de família, o subsídio e complemento de doença, o rendimento social de inserção, pensões e complementos, complemento solidário para idosos, acção social e subsídios a acções de formação profissional.
O saldo da execução do orçamento do sistema de Segurança Social registou uma queda de 905.9 milhões de euros relativamente ao período homólogo.
A receita registou um aumento de 418.7 milhões de euros, mais 2,9% que em igual período de 2008, e a despesa subiu 1,32 milhões de euros, ou seja, mais 10,3% do que no período homólogo.
In Jornal de Negócios |