| Nove em cada dez empregos são a prazo |
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| Escrito por José Carlos Agostinho | ||||||
| Terça, 27 Abril 2010 08:17 | ||||||
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Nove em cada dez empregos são precários e poucas vezes terminam em contratos permanentes. Regra geral são ocupados por jovens qualificados, o que mostra que há excepções à regra. Supostamente mais instrução devia melhorar a situação profissional. O «Jornal de Notícias» avança que um estudo, publicado pelo Banco de Portugal, garante que a educação traz benefícios para quem a tem (salários mais altos) mas, sobretudo, para a sociedade. Quer isto dizer que Portugal não poderá ser mais rico enquanto os trabalhadores e empresários tiverem um nível de qualificação global tão baixo quanto têm actualmente. Por isso, as políticas públicas devem incentivar a educação e eliminar factores que distorçam esse objectivo. O estudo conclui que a política de impostos não incentiva as pessoas a prosseguir estudos. «O sistema fiscal deve discriminar positivamente aqueles que investem em níveis mais elevados de educação». No curto prazo, os autores [Nuno Alves, Mário Centeno e Álvaro Novo] apelam à criação de incentivos para captar «cérebros imigrantes» e assim evitar que os portugueses qualificados vão trabalhar para outros países.
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